Jogo do cupido
Jogo - A parede
Trabalhar com os estados físicos da matéria na sala de aula é uma excelente oportunidade para despertar a curiosidade e o interesse dos estudantes pelas ciências naturais. Ao explorar os conceitos de sólido, líquido e gasoso, os educadores podem adotar uma abordagem prática que facilita a compreensão e a retenção do conhecimento por parte dos alunos.
Uma estratégia eficaz para abordar este tema é através de experimentos simples, que podem ser realizados com materiais de fácil acesso. Por exemplo, a observação da água em seus diferentes estados - gelo, líquido e vapor - pode ser um ponto de partida fascinante. Discussões em grupo sobre as mudanças de estado, como a fusão, a evaporação, a condensação e a solidificação, podem complementar a experiência prática, incentivando os alunos a compartilhar suas observações e conclusões.
Além disso, a integração de recursos multimídia, como vídeos e simulações interativas, pode enriquecer ainda mais a aprendizagem. Esses recursos podem oferecer visualizações detalhadas de conceitos que são difíceis de replicar em um ambiente de sala de aula tradicional, como a estrutura molecular dos diferentes estados da matéria. Ao combinar métodos de ensino variados, os educadores podem criar uma experiência de aprendizado dinâmica e inclusiva, que atende às diferentes necessidades e estilos de aprendizagem dos alunos.
Em nosso canal do youtube temos alguns vídeos que ajudarão os alunos a entenderem um pouco mais sobre o assunto. Clique nas imagens para acessar os vídeos:
Estou deixando um jogo online para que o estudante possa aprender sobre os estados do Brasil no mapa político.
O que você faz quando está escrevendo seu texto à caneta e a palavra não cabe naquela linha?
E para realizar a separação silábica, devemos, obrigatoriamente, usar o hífen.
Vejamos um exemplo:
macaco
Aqui, separamos as sílabas com uma consoante e uma vogal em toda a palavra, ficando
ma-ca-co
Mas há momentos em que sentimos uma dificuldade maior, por exemplo, quando há encontros vocálicos ou consonantais, como separar?
Não precisa ficar de cabelo em pé, pois vou explicar aqui nesse artigo.
ál-co-ol
Sa-ú-de
di-a
No caso dos dígrafos lh, nh, qu,gu, ch, lembrando que dígrafos são palavras que possuem 2 letras que se unem e formam um único som. Nesse caso, não se separam. Temos como exemplo:
a-ga-sa-lho
ga-li-nha
quar-to
á-gua
Má-qui-na
cho-co-la-te
Temos também os encontros consonantais BL, CL, GL, PL, FL, TL, BR, CR, DR, GR, PR, TR, FR, VR que não se separam:
blu-sa
clo-ro
glo-bo
plan-ta
flau-ta
bra-ço
cre-me
dra-gão
pra-to
tra-tor
fru-tas
li-vro
Ter-ra
Pás-sa-ro
pis-ci-na
des-ço
ex–ce-len-te
Há muitas outras regras para separar as sílabas que você poderá encontrar pela internet afora. Pode pesquisar à vontade. Deixe aqui nos comentários, outras regras que não mencionamos aqui no artigo.
Gratidão por chegar até aqui e… beijinhos da prô
Em nossa postagem sobre o Brasil Colônia, onde falamos sobre a chegada dos portugueses no Brasil, a primeira mão de obra que aqui existiu foi a indígena, mas isso durou pouco tempo. Pois logo o portugueses iniciaram o tráfico negreiro em nosso país, uma triste história do povo africano.
Já sabemos que a principal atividade econômica do Brasil após a chegada dos portugueses era a extração do pau-brasil. Isso durou até aproximadamente 1530, quando Martim Afonso aqui aportou a fim de colonizar o território.
Com essa expedição, chegou aqui também a cana-de-açúcar. Os indígenas foram os primeiros escravizados dos colonizadores, mas era um povo que não estava acostumado ao trabalho intenso. Ou acabavam morrendo de exaustão, ou mesmo pelas doenças que os europeus trouxeram com sua chegada. Muitos dos índios fugiram para o interior na tentativa de escapar dos portugueses. E conseguiam, já que para os indígenas, o território era completamente familiar. Diferente dos portugueses, que não possuíam a mesma facilidade em se embrenhar mata adentro.
Como os portugueses já estavam habituados com a escravidão, pois essa era uma prática adotada já do outro lado do Atlântico, com toda essa dificuldade com os indígenas, o jeito foi trazer a prática para o Novo Mundo.
Assim, a coroa Portuguesa passou a lucrar duplamente: com a exploração dos negros africanos escravizados e com a produção de cana-de-açúcar.
A Igreja Católica possuía uma vasta soberania sobre muitos africanos escravizados na ideia de evangelizá-los, por isso, não se opôs à escravização que Portugal impunha a esse povo.
Fora que, naquela época, o povo negro, já muito sofrido pela segregação que sofria, ainda não eram vistos como pessoas, seres humanos, e sim, como coisas, objetos, e por isso, poderiam ser escravizados, pois a corte europeia estava completamente de acordo.
Infelizmente, essa segregação continua até os dias de hoje, pois tudo isso, gerou na mente dos europeus e, portanto, brancos, que o povo negro seria inferior. O que sabemos que não é verdade, mas ainda hoje conhecemos muitos e muitos casos de racismo contra o povo negro em vários países, inclusive no nosso.
Mas voltando à economia do país, na época.
Lembrando que um dos objetivos da plantação era evitar que houvesse invasões por parte de outras nações, pois na cabeça dos colonizadores, se houvesse algum cultivo aqui, eles poderiam dizer efetivamente que aquele território era mesmo deles. Além disso, povoar estava dentro de outras medidas da colonização. Era preciso ser breve, pois holandeses e franceses estavam rondando o território.
A atividade açucareira passou a ser muito lucrativa e, somente com a mão de obra indígena, era impossível de conseguir ampliar seus lucros. A mão-de-obra europeia nem era cogitada na época e, por isso, iniciaram o tráfico negreiro para o Brasil.
Vale ressaltar que a escravidão em si, não se iniciou com a colonização portuguesa não. Já há relatos que na Mesopotâmia, em pleno ano 3500 a.C. essa prática já acontecia. Claro que em outros moldes e isso é conteúdo para outro vídeo. Se quiser conhecer esse tipo de escravização, deixe um comentário abaixo me avisando que logo que possível, farei um vídeo a respeito.
A travessia dos negros escravizados da África para o Brasil era feita em navios conhecidos como tumbeiros - que vem de tumba - já que havia uma grande taxa de mortalidade entre os transportados durante a viagem.
Não havia a mínima condição de higiene e alimentação.
Dos sobreviventes, quando aqui chegavam, já se encontravam em péssimas condições de saúde.
A doença que mais se alastrava entre o povo escravizado da época era o escorbuto. Causada pela deficiência de vitamina C.
Alimentavam-se, na maioria das vezes, uma única vez por dia e nem sempre bebiam água potável.
Sendo que nem é preciso mencionar que não havia nenhum tipo de medida sanitária. Ficavam em porões úmidos, escuros e ali mesmo realizavam suas necessidades fisiológicas. Ainda contavam com mais companheiros de viagens, os ratos
Para ter ideia do quão lucrativo era esse comércio, que o dono do escravo, levava de 1 ano e 6 meses à 2 anos e meio de trabalho para recuperar o valor gasto com 1 escravo. E claro, quem trabalhava duro para essa recuperação era o próprio escravizado.
Somente em 1850, com a Lei Eusébio de Queirós é que o tráfico de escravos foi proibido.
Falo sobre isso no vídeo que coloquei no youtube chamado Os ingleses e o fim do tráfico dos escravizados.
Estima-se que mais de 4 milhões de africanos tenham desembarcado no Brasil entre 1550 e 1850, trazidos à força de seu continente, de regiões onde hoje estão Angola, Benin, Congo, Costa do Marfim, Guiné, Mali e Moçambique.
Eram povos que vinham de diversos locais da África, com línguas, religiões, habilidades e costumes distintos. O que dificultava para os negros, pois nem sempre falavam a mesma língua e, às vezes, eram até de tribos rivais.
Isso foi estrategicamente pensado pelos portugueses da época, pois assim dificultava as possibilidades de organizações de grupos de fuga e movimentos de resistência.
Amigos e parentes eram separados já no embarque dos negros.
Apesar de que, os negros acabavam se aproximando de outros, dentro dos navios para amenizar a dor da separação. Ali, estavam literalmente todos no mesmo barco. Costumavam se chamar de MALUNGOS, na tradução: “Companheiros de viagem” ou “Companheiros de sofrimento”.
Essa união foi fundamental para que, mesmo fora da África, pudessem manter sua cultura viva no Brasil.
Nos dias de hoje, muito da cultura africana ainda vive por aqui, por exemplo:
As religiões: como a umbanda e o candomblé.
Na culinária, temos o acarajé, o vatapá, o caruru, o cuscuz, o angu
Muitos ritmos musicais ocidentais originaram-se com base na música africana, como o samba, o axé e o maracatu;
Estou deixando um joguinho online para você aprender mais sobre esse conteúdo
Espero que tenha contribuído para seu conhecimento. Gratidão por chegar até aqui. Até o próximo vídeo e… Beijinhos da prô!