Uau!! Quantas visitas ❤️ (desde maio de 2009)

Mostrando postagens com marcador AEE. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador AEE. Mostrar todas as postagens

Leitura - AEE

A implementação de práticas de leitura no Atendimento Educacional Especializado (AEE) revela-se como uma ferramenta pedagógica fundamental para fomentar a inclusão e o desenvolvimento integral de crianças com necessidades educacionais especiais. Esta abordagem não apenas facilita a aquisição de habilidades linguísticas, mas também promove a autonomia, a autoestima e a inclusão social dos alunos.

Primeiramente, é importante destacar que a leitura no contexto do AEE deve ser adaptada às especificidades dos alunos, considerando suas habilidades, desafios e interesses. Isso implica o uso de recursos didáticos acessíveis, como livros em Braille, audiobooks ou textos com fontes ampliadas e imagens táteis, que são essenciais para garantir o acesso ao conteúdo. Além disso, estratégias como a leitura compartilhada, em que o educador lê junto com o aluno, e a leitura assistida, onde o aluno é encorajado a ler com o suporte do professor, são técnicas eficazes para fortalecer a fluência e a compreensão leitora.

A literatura especializada aponta, ainda, que o trabalho com a leitura no AEE contribui significativamente para o desenvolvimento cognitivo e socioemocional das crianças. Segundo Vygotsky (1978), a interação social é um pilar no desenvolvimento de processos cognitivos superiores, e, neste sentido, a leitura mediada no AEE pode ser vista como uma zona de desenvolvimento proximal onde o aluno é capaz de avançar no seu aprendizado através da orientação e colaboração do educador. Ademais, a inclusão de narrativas que refletem a diversidade humana e abordam temas relacionados às experiências de vida das crianças com necessidades especiais pode aumentar a empatia e o respeito mútuo entre os alunos, fortalecendo o tecido social da comunidade escolar.

Portanto, a prática da leitura no AEE é essencial não apenas para a aquisição de habilidades linguísticas, mas também como um veículo para o desenvolvimento integral do aluno. É necessário que os educadores estejam equipados com conhecimentos e recursos adequados para implementar essas práticas de forma eficaz, garantindo assim que todos os alunos tenham a oportunidade de alcançar seu potencial pleno. Estas iniciativas são fundamentais para a construção de uma sociedade mais inclusiva e justa, onde cada indivíduo é valorizado e tem suas necessidades atendidas. 













Aliteração - AEE

A aliteração, que é a repetição intencional de sons consonantais iniciais em palavras próximas, tem um papel significativo no ensino de linguagem, especialmente para o público do Atendimento Educacional Especializado (AEE). Essa técnica pode ser extremamente útil para captar a atenção dos alunos, melhorar a memória auditiva e ajudar na assimilação de ritmos e padrões da linguagem.

Trabalhar a aliteração em conjunto com o riscar o traçado das letras pode ser particularmente benéfico. Esse método multisensorial permite que os alunos não apenas ouçam o som repetido, mas também o visualizem e o escrevam, o que pode fortalecer o aprendizado e a retenção. Ao riscar as letras, os estudantes do AEE podem melhorar sua coordenação motora fina e habilidades de escrita manual, elementos essenciais para o desenvolvimento acadêmico.

Além disso, essa combinação pode aumentar a consciência fonológica, que é a habilidade de reconhecer e manipular os sons da fala. Para crianças com dificuldades de aprendizagem ou deficiências específicas, como dislexia, essa abordagem integrada pode ser particularmente eficaz, pois aborda diferentes estilos de aprendizagem e necessidades individuais. Assim, a aliteração junto ao traçado das letras não é apenas uma estratégia de ensino criativa, mas também uma ferramenta inclusiva e adaptativa que pode fazer uma grande diferença no progresso educacional dos alunos no AEE.
















 

Alinhavo

Alinhavo

Trabalhar o alinhavo com crianças do Atendimento Educacional Especializado (AEE) é uma estratégia pedagógica valiosa, pois desenvolve uma série de habilidades fundamentais para o desenvolvimento integral dos alunos. O alinhavo, que é a atividade de passar um fio ou cordão através de orifícios em um material, ajuda no desenvolvimento da coordenação motora fina, essencial para tarefas como escrever, desenhar e recortar. Além disso, contribui para o aprimoramento da concentração, paciência e persistência, visto que os alunos precisam manter o foco para completar o trabalho. Essa atividade também pode ser adaptada para atender a diferentes necessidades, tornando-a inclusiva e acessível. Ao engajar-se no alinhavo, as crianças do AEE têm a oportunidade de expressar sua criatividade, fortalecer a autonomia e melhorar habilidades de planejamento ao decidir a ordem das cores ou a direção do trabalho. Portanto, o alinhavo não é apenas uma atividade lúdica, mas também um meio eficaz de promover o desenvolvimento educacional e pessoal de crianças com necessidades especiais.


Abaixo das imagens, você poderá baixar este material em PDF


Nos siga em nosso canal no whatsapp e fique mais pertinho do nosso bloguinho 💙👉 canal








Baixe em PDF clicando em: Alinhavo

Coordenação Motora Grossa

 Atividade de Desenvolvimento de Habilidades Motoras Grossas para Crianças com Necessidades Educacionais Especiais

Objetivo:

Os alunos serão capazes de demonstrar habilidades motoras grossas aprimoradas por meio da participação em diversas atividades físicas.

Avaliação:

Os alunos serão avaliados com base em sua capacidade de realizar diferentes atividades de coordenação motora grossa, apresentando coordenação e controle de movimento.

Pontos chave:

  • Importância das habilidades motoras grossas para o desenvolvimento geral
  • Diferentes tipos de habilidades motoras grossas (correr, pular, pular)
  • Coordenação e controle em atividades de habilidade motora grossa
  • Prática e repetição para melhorar as habilidades motoras grossas

Abertura:

  • Comece a aula com uma atividade rápida e energizante para fazer os alunos se movimentarem
  • Peça aos alunos que se levantem e demonstrem sua maneira favorita de se movimentar pela sala
  • Discuta com os alunos a conexão entre movimentar nossos corpos e permanecer saudável

Introdução ao novo material:

  • Apresente o conceito de habilidades motoras grossas e por que elas são importantes
  • Discuta diferentes tipos de habilidades motoras grossas e demonstre cada uma delas
  • Abordar o equívoco comum de que as habilidades motoras grossas estão relacionadas apenas aos esportes

Prática guiada:

  • Forneça instruções claras para cada atividade de habilidade motora grossa
  • Andaime questionando desde tarefas simples até movimentos mais complexos
  • Observe e forneça feedback enquanto os alunos praticam diferentes habilidades

Prática Independente:

  • Designe os alunos para praticarem diferentes habilidades motoras grossas de forma independente
  • Incentive os alunos a se concentrarem na coordenação e no controle durante a execução das atividades
  • Forneça uma variedade de estações para os alunos alternarem e praticarem diferentes habilidades

Fechamento:

  • Peça aos alunos que se reúnam e compartilhem algo que aprenderam sobre habilidades motoras grossas hoje
  • Resumir a importância de praticar e desenvolver habilidades motoras grossas para a saúde e o bem-estar geral

Atividade de extensão:

  • Para os primeiros alunos, crie um curso desafiador onde possam praticar todas as habilidades motoras grossas aprendidas na lição
  • Incentive-os a cronometrar e ver se conseguem melhorar seu desempenho a cada tentativa

Trabalho de casa:

  • Como lição de casa, os alunos podem criar um pôster ou um pequeno vídeo demonstrando sua habilidade motora grossa favorita e explicando por que é importante permanecer ativo

Padrões abordados:

  1. Padrões Nacionais para Educação Física - Demonstra competência em habilidades motoras e padrões de movimento necessários para realizar uma variedade de atividades físicas.
  2. Padrões Estaduais Básicos Comuns para Artes da Língua Inglesa - Participe de conversas colaborativas com diversos parceiros sobre tópicos e textos da 7ª série, aproveitando as ideias dos outros e expressando as suas próprias com clareza.

Dislexia - Você realmente sabe o que é isso?

Hoje, na escola, foi levantada uma questão: "Dislexia: muitos ouvem falar, mas será que todos sabemos o que é isso e como lidar com essa situação?"

Eu mesma, sei que se trata de um problema que a pessoa tem de aprendizagem, ótimo, mas que tipo de problema? Como poderemos conviver com essa situação? A escola pode, e deve, ajudar o aluno disléxico, isso é óbvio, mas ela está preparada para isso??

São muitas as perguntas que nos deixam sem saber as respostas, mas um bom caminho é a pesquisa e o constante aprendizado que todo professor comprometido com aquilo que faz sabe muito bem que são constantes.

Então vai lá, a curiosidade foi-me despertada a partir dessa discussão que tivemos na escola...
Não adianta tentarmos solucionar os problemas de aprendizagem desses alunos, achando que somos verdadeiros heróis da educação e sozinhos resolveremos todos os problemas. MEN - TI - RA!!! Não somos capazes de fazer tudo sozinhos não, temos nas escolas os Coordenadores Pedagógicos (CP's) que estão lá aptos a nos ajudar no que for preciso. Vamos pedir ajuda e nos informar cada vez mais sobre os assuntos que nos rodeiam... Não somente a Dislexia, mas também outras dificuldades que tantos alunos possuem, temos mesmo de nos informar, pois somos a categoria mais baixa da hierarquia, e é claro, seremos massacrados por muitos questionamentos dos que estão acima de nós nessa gama por não sabermos como trabalhar com esses alunos.
Pensando nisso, resolvi escrever este artigo alertando a você, meu querido amigo professor, meu colega de profissão, deixarei aqui, alguns links de sites onde eu li sobre este assunto e assim você também poderá tirar suas próprias conclusões, afinal, aqui deixo apenas minhas considerações sobre o tema abordado neste momento.

Antes de iniciar a leitura de minhas observação acerca do assunto, gostaria que você, meu amigo leitor, provavelmente um professor (ou professora, afinal, nós, mulheres, somos a grande massa no magistério) clicasse no link abaixo e baixasse um livro bem ilustrado e escrito, diga-se de passagem, a respeito da Dislexia.

Agora que você leu o livro que baixou, vamos à algumas considerações acerca do tema que fui encontrando nos sites aos quais deixarei os links no final da postagem.

Afinal, o que é Dislexia?

Segundo o Wikipédia, Dislexia (do grego Δυσλεξία, dis- distúrbio, lexis palavra) é uma dificuldade na área da leitura, escrita e soletração. A dislexia costuma ser identificada nas salas de aula durante a alfabetização, sendo comum provocar uma defasagem inicial de aprendizado.

Então podemos constatar que é um problema na alfabetização. Isso ninguém duvida. Mas toda dificuldade que o aluno tiver em alfabetização será caracterizado Dislexia? 
Bem, pelas conclusões que tirei, não. Em alguns momentos a criança não tem um certo interesse em realizar determinada tarefa e por isso não conseguimos determinar com a rapidez que desejamos.

No site http://www.dislexia.com.br/sintomas.htm, pude constatar esses sintomas:

Na Primeira Infância:

1 - atraso no desenvolvimento motor desde a fase do engatinhar, sentar e andar;
2 - atraso ou deficiência na aquisição da fala, desde o balbucio á pronúncia de palavras;
3 - parece difícil para essa criança entender o que está ouvindo;
4 - distúrbios do sono;
5 - enurese noturna;
6 - suscetibilidade à alergias e à infecções;
7 - tendência à hiper ou a hipo-atividade motora;
8 - chora muito e parece inquieta ou agitada com muita freqüência;
9 - dificuldades para aprender a andar de triciclo;
10 - dificuldades de adaptação nos primeiros anos escolares.
Observação:
Pesquisas científicas neurobiológicas recentes concluiram que o sintoma mais conclusivo acerca do risco de dislexia em uma criança, pequena ou mais velha, é o atraso na aquisição da fala e sua deficiente percepção fonética. Quando este sintoma está associado a outros casos familiares de dificuldades de aprendizado - dislexia é, comprovadamente, genética, afirmam especialistas que essa criança pode vir a ser avaliada já a partir de cinco anos e meio, idade ideal para o início de um programa remediativo, que pode trazer as respostas mais favoráveis para superar ou minimizar essa dificuldade.
A dificuldade de discriminação fonológica leva a criança a pronunciar as palavras de maneira errada. Essa falta de consciência fonética, decorrente da percepção imprecisa dos sons básicos que compõem as palavras, acontece, já, a partir do som da letra e da sílaba. Essas crianças podem expressar um alto nível de inteligência, "entendendo tudo o que ouvem", como costumam observar suas mães, porque têm uma excelente memória auditiva. Portanto, sua dificuldade fonológica não se refere à identificação do significado de discriminação sonora da palavra inteira, mas da percepção das partes sonoras diferenciais de que a palavra é composta. Esta a razão porque o disléxico apresenta dificuldades significativas em leitura, que leva a tornar-se, até, extremamente difícil sua soletração de sílabas e palavras. Por isto, sua tendência é ler a palavra inteira, encontrando dificuldades de soletração sempre que se defronta com uma palavra nova.
Porque, freqüentemente, essas crianças apresentam mais dificuldades na conquista de
domínio do equilíbrio de seu corpo com relação à gravidade, é comum que pais possam submete-las a exercícios nos chamados "andadores" ou "voadores". Prática que, advertem os especialistas, além de trazer graves riscos de acidentes, é absolutamente inadequada para a aquisição de equilíbrio e desenvolvimento de sua capacidade de andar, como interfere, negativamente, na cooperação harmônica entre áreas motoras dos hemisférios esquerdo-direito do cérebro. Por isto, crianças que exercitam a marcha em "andador", só adquirem o domínio de andar sozinhas, sem apoio, mais tardiamente do que as outras crianças.
Além disso, o uso do andador como exercício para conquista da marcha ou visando uma maior desenvoltura no andar dessa criança, também contribui, de maneira comprovadamente negativa, em seu desenvolvimento psicomotor potencial-global, em seu processo natural e harmônico de maturação e colaboração de lateralidade hemisférica-cerebral.
A Partir dos Sete Anos de Idade:

1 - pode ser extremamente lento ao fazer seus deveres:
2 - ao contrário, seus deveres podem ser feitos rapidamente e com muitos erros;
3 - copia com letra bonita, mas tem pobre compreensão do texto ou não lê o que escreve;
4 - a fluência em leitura é inadequada para a idade;
5 - inventa, acrescenta ou omite palavras ao ler e ao escrever;
6 - só faz leitura silenciosa;
7 - ao contrário, só entende o que lê, quando lê em voz alta para poder ouvir o som da palavra;
8 - sua letra pode ser mal grafada e, até, ininteligível; pode borrar ou ligar as palavras entre si;
9 - pode omitir, acrescentar, trocar ou inverter a ordem e direção de letras e sílabas;
10 - esquece aquilo que aprendera muito bem, em poucas horas, dias ou semanas;
11 - é mais fácil, ou só é capaz de bem transmitir o que sabe através de exames orais;
12 - ao contrário, pode ser mais fácil escrever o que sabe do que falar aquilo que sabe;
13 - tem grande imaginação e criatividade;
14 - desliga-se facilmente, entrando "no mundo da lua";
15 - tem dor de barriga na hora de ir para a escola e pode ter febre alta em dias de prova;
16 - porque se liga em tudo, não consegue concentrar a atenção em um só estímulo;
17 - baixa auto-imagem e auto-estima; não gosta de ir para a escola;
18 - esquiva-se de ler, especialmente em voz alta;
19 - perde-se facilmente no espaço e no tempo; sempre perde e esquece seus pertences;
20 - tem mudanças bruscas de humor;
21 - é impulsivo e interrompe os demais para falar;
22 - não consegue falar se outra pessoa estiver falando ao mesmo tempo em que ele fala;
23 - é muito tímido e desligado; sob pressão, pode falar o oposto do que desejaria;
24 - tem dificuldades visuais, embora um exame não revele problemas com seus olhos;
25 - embora alguns sejam atletas, outros mal conseguem chutar, jogar ou apanhar uma bola;
26 - confunde direita-esquerda, em cima-em baixo; na frente-atrás;
27 - é comum apresentar lateralidade cruzada; muitos são canhestros e outros ambidestros;
28 - dificuldade para ler as horas, para seqüências como dia, mês e estação do ano;
29 - dificuldade em aritmética básica e/ou em matemática mais avançada;
30 - depende do uso dos dedos para contar, de truques e objetos para calcular;
31 - sabe contar, mas tem dificuldades em contar objetos e lidar com dinheiro;
32 - é capaz de cálculos aritméticos, mas não resolve problemas matemáticos ou algébricos;
33 - embora resolva cálculo algébrico mentalmente, não elabora cálculo aritmético;
34 - tem excelente memória de longo prazo, lembrando experiências, filmes, lugares e faces;
35 - boa memória longa, mas pobre memória imediata, curta e de médio prazo;
36 - pode ter pobre memória visual, mas excelente memória e acuidade auditivas;
37 - pensa através de imagem e sentimento, não com o som de palavras;
38 - é extremamente desordenado, seus cadernos e livros são borrados e amassados;
39 - não tem atraso e dificuldades suficientes para que seja percebido e ajudado na escola;
40 - pode estar sempre brincando, tentando ser aceito nem que seja como "palhaço" ;
41 - frustra-se facilmente com a escola, com a leitura, com a matemática, com a escrita;
42 - tem pré-disposição à alergias e à doenças infecciosas;
43 - tolerância muito alta ou muito baixa à dor;
44 - forte senso de justiça;
45 - muito sensível e emocional, busca sempre a perfeição que lhe é difícil atingir;
46 - dificuldades para andar de bicicleta, para abotoar, para amarrar o cordão dos sapatos;
47 - manter o equilíbrio e exercícios físicos são extremamente difíceis para muitos disléxicos;
48 - com muito barulho, o disléxico se sente confuso, desliga e age como se estivesse distraído;
49 - sua escrita pode ser extremamente lenta, laboriosa, ilegível, sem domínio do espaço na página;
50 - cerca de 80% dos disléxicos têm dificuldades em soletração e em leitura.

Crianças disléxicas apresentam combinações de sintomas, em intensidade de níveis que variam entre o sutil ao severo, de modo absolutamente pessoal. Em algumas delas há um número maior de sintomas e sinais; em outras, são observadas somente algumas características. Quando sinais só aparecem enquanto a criança é pequena, ou se alguns desses sintomas somente se mostram algumas vezes, isto não significa que possam estar associados à Dislexia. Inclusive, há crianças que só conquistam uma maturação neurológica mais lentamente e que, por isto, somente têm um quadro mais satisfatório de evolução, também em seu processo pessoal de aprendizado, mais tardiamente do que a média de crianças de sua idade.

Pesquisadores têm enfatizado que a dificuldade de soletração tem-se evidenciado como um sintoma muito forte da Dislexia. Há o resultado de um trabalho recente, publicado no jornal Biological Psychiatry e referido no The Associated Press em 15/7/02, onde foram estudadas as dificuldades de disléxicos em idade entre 7 e 18 anos, que reafirma uma outra conclusão de pesquisa realizada com disléxicos adultos em 1998, constando do seguinte:
que quanto melhor uma criança seja capaz de ler, melhor ativação ela mostra em uma específica área cerebral, quando envolvida em exercício de soletração de palavras. Esses pesquisadores usaram a técnica de Imagem Funcional de Ressonância Magnética, que revela como diferentes áreas cerebrais são estimuladas durante atividades específicas. Esta descoberta enfatiza que essa região cerebral é a chave para a habilidade de leitura, conforme sugerem esses estudos.

Essa área, atrás do ouvido esquerdo, é chamada região ocipto-temporal esquerda. Cientistas que, agora, estão tentando definir que circuitos estão envolvidos e o que ocorre de errado em Dislexia, advertem que essa tecnologia não pode ser usada para diagnosticar Dislexia.

Esses pesquisadores ainda esclarecem que crianças disléxicas mais velhas mostram mais atividade em uma diferente região cerebral do que os disléxicos mais novos. O que sugere que essa outra área assumiu esse comando cerebral de modo compensatório, possibilitando que essas crianças conseguiam ler, porém somente com o exercício de um grande esforço.


Para vermos que a dislexia é mais complexa que podemos imaginar não é? 
Em breve postarei mais artigos sobre o assunto para que juntos possamos criar uma grande análise sobre o assunto. Por favor, deixem seus comentários a respeito de vivências que tenham tido sobre o tema, assim poderemos fazer uma grande roda de discussão.

Abaixo os links que pesquisei o assunto: