Antes da era da televisão, o rádio era o principal meio de comunicação de notícias, além dos jornais impressos. Uma em cada três residências brasileiras tinha um aparelho de rádio. Este meio de comunicação ganhou popularidade, em parte, devido ao elevado índice de analfabetismo da época, que impedia muitos de lerem jornais, tornando o rádio a alternativa mais acessível para se manter informado.
A comunicação via rádio teve suas origens durante a Primeira Guerra Mundial, inicialmente como uma ferramenta para comunicação militar. Já no Brasil, a primeira transmissão de radiodifusão ocorreu em 7 de setembro de 1922, marcando o centenário da Independência do Brasil, embora tenha começado a operar efetivamente somente em 30 de abril de 1923.
Entretanto, foi durante a década de 1930, sob a gestão do Presidente Getúlio Vargas, que o rádio vivenciou sua "Era de Ouro". Nesse período, Vargas promoveu a massificação das transmissões governamentais, concedendo licenças a empresas privadas em troca da divulgação de conteúdo oficial. Além disso, programas governamentais obrigatórios, como "A hora do Brasil", que mais tarde se tornou "A Voz do Brasil", foram introduzidos. Para capturar a atenção dos ouvintes, as emissoras de rádio diversificaram sua programação com entretenimento, revelando grandes nomes da música brasileira, como Ari Barroso, Cauby Peixoto e Ângela Maria.
Na década de 1940, as radionovelas surgiram como uma forma pioneira de entretenimento auditivo, dada a ausência de recursos visuais. Desde então, o rádio manteve sua relevância, adaptando-se às novas tecnologias e permanecendo acessível em diversas plataformas, como carros, computadores e dispositivos móveis.
Apesar da evolução dos meios de comunicação, o jornalismo radiofônico continua sendo fundamental, privilegiando uma linguagem coloquial e acessível, crucial para garantir a compreensão imediata do ouvinte. Diferente do jornalismo televisivo, que conta com o apoio de imagens, o jornalismo no rádio depende da habilidade do locutor em usar a voz de maneira envolvente para reter a atenção da audiência, com notícias que sejam concisas e diretas, essenciais para manter o público sintonizado.
Habilidade BNCC:
EF04LP17 - Produzir jornais raiofônicos ou televisivos e entrevistas veiculadas em rádio, TV e na internet, orientando-se por roteiro ou texto e demonstrando conhecimento dos gêneros jornal falado/televisivo e entrevista.
EF05LP16 - Comparar informações sobre um mesmo fato veiculadas em diferentes mídias e concluir sobre qual é mais confiável e por quê.
Em nosso canal do Youtube, temos um vídeo, onde você, professor, poderá utlizar em suas aulas
Deixarei agora 2 exemplos de notícias. Uma de um jornal veiculado na internet e outra veiculada em uma rádio.
Vamos ouvir a notícia do rádio primeiro. Clique abaixo para ouví-la.
Agora, preste atenção em uma notícia veiculada na internet. Clique no botão abaixo para acompanhar a notícia:
Agora, perceba que a notícia impressa traz muito mais informações do que a radiofônica, pois esta forma de veiculação a pessoa poderá ler quantas vezes quiser, já na radiofônica só poderá ouvir uma única vez.
Espero poder ter ajudado, gratidão por chegar até aqui, até a próxima e… beijinhos da prô!!!!
Há muito, muito tempo, vivia em um reino distante um imperador vaidosíssimo.
Seu único interesse eram as roupas. Pensava apenas em trocar de roupas, várias vezes ao dia; desfilava vestes belíssimas, luxuosas e muito caras para a corte.
Um belo dia, chegaram à capital do reino dois pilantras, muito habilidosos em viver às custas do próximo.
Assim que os dois souberam da fraqueza do imperador por belas roupas, espalharam a notícia de que eles eram especialistas em tecer um pano único no mundo, de cores e padrões deslumbrantes. E — o mais impressionante, segundo eles: as roupas confeccionadas com aquele tecido tinham o poder de serem invisíveis para as pessoas tolas, ou que ocupassem um cargo sem merecê-lo.
O imperador logo se entusiasmou com a ideia de ter roupas não só bonitas, mas também úteis para desmascarar os bobos e os que não mereciam cargos na corte. E tratou de mandar chamar tão habilidosos tecelões.
— Ponham-se logo a meu serviço. Quero uma roupa sob medida, a mais linda que já tenham feito.
— Majestade, necessitamos de uma sala, de um tear, de fios de seda e de ouro e, principalmente, de que ninguém nos incomode.
Foram logo atendidos. Uma hora depois estavam diante do tear, fingindo tecer sem parar. E assim continuaram por muitos dias, pedindo cada vez mais seda, mais ouro… e mais dinheiro, é claro!
O imperador estava curioso e um dia resolveu enviar seu velho primeiro-ministro para inspecionar a obra dos tecelões.
“É ele um ministro sábio e fiel”, pensou o rei. “Com certeza, conseguirá ver esse tecido tão extraordinário e nada me esconderá.”
Mas, quando o velho ministro chegou em frente ao tear, nada viu. Preocupou-se. Ficou em dúvida.
— Mas isso não significa que eu não seja digno do cargo que ocupo — disse a si mesmo, aflito.
Aos tecelões, porém, que lhe perguntavam com insistência se o padrão do tecido era de seu agrado, se as cores se harmonizavam, ele respondeu entusiasmado:
— Mas claro! É magnífico. Nunca vi coisa igual.
O ministro levou ao conhecimento do imperador os progressos da confecção e, por precaução elogiou o extraordinário bom gosto dos dois profissionais. Por nada neste mundo admitiria ter olhado para um tear vazio.
Na cidade já não se falava em outra coisa, senão da nova roupa do imperador e de seus poderes mágicos. Dizia-se que custaria uma fortuna, mas que bem valia o preço: poderia desmascarar ministros e secretários!
Na corte, em compensação, muitos impostores e aproveitadores do cofre do reino não dormiam tranquilos e aguardavam com temor o momento em que o imperador iria, enfim, vestir a tão famosa e denunciadora roupa.
Transcorreram mais cinco ou seis dias, e o imperador, que não aguentava mais esperar, resolveu ir em pessoa visitar os tecelões.
Com uma comitiva de guardas e escudeiros, e acompanhado por seu fiel primeiro-ministro, que tremia de medo, foi ver o trabalho dos dois impostores, sendo recebido com enorme solenidade e muitas explicações.
— Nunca teríamos ousado esperar tanto, Majestade.
Sua visita e sua satisfação são o maior reconhecimento ao nosso trabalho… Aprovando Vossa Majestade nosso humilde trabalho, ficaremos extremamente lisonjeados. Será muita honra. Após tanta bajulação, o imperador e sua comitiva foram conduzidos à sala do tear.
— Majestade, observe a extraordinária beleza e perfeição do desenho — disse o velho ministro com voz trêmula.
O imperador permanecia calado: estava assombrado!
Ele não via nada, apenas o tear vazio, totalmente vazio! Isto queria dizer que era um bobo, ou não era digno de ser imperador.
“Coitado de mim!”, pensou. “Nada poderia ser pior, tenho que dar um jeito para não descobrirem a verdade.”
Resolveu reagir e afastar o perigo de um possível desmascaramento. Aproximou-se do tear, segurando seu monóculo, fingindo admirar o tecido invisível.
— Hein?… Sim, é claro… É realmente uma beleza.
Um trabalho e tanto. E a comitiva toda fez um coro de elogios e mais elogios.
Nenhum membro do séquito iria confessar não estar vendo nada de nada, pois ninguém queria passar por tonto, ou ser considerado indigno do cargo que ocupava.
Os espertos tecelões sorriam, satisfeitos. O temor dos poderosos representava mais seda, mais ouro e mais dinheiro.
— Vossa Majestade, então, aprova o nosso trabalho?
— perguntaram eles, com malícia e ironia.
O imperador disse que estava satisfeito e, para demonstrar seu reconhecimento, presenteou os dois pilantras com um saco cheio de ouro.
Mas continuava preocupado e perplexo. Seria indigna sua realeza? Seria ele um incompetente?
— Majestade — falou o primeiro-ministro. — Por que com esse tecido não manda confeccionar uma roupa especial para o torneio do próximo domingo?
— Sim, sim, claro — resmungou o imperador.— Estou mesmo querendo uma roupa nova para o torneio.
Foi dada nova incumbência aos tecelões, que pegaram a fita métrica e tiraram as medidas do rei, fingindo entender do ofício.
— A cauda, Majestade, deverá ser muito longa?
— Claro que sim, muito comprida. Arrastando-se por metros atrás de mim.
— E o laço? Prefere de veludo ou de cetim?
— Podem sugerir, confio no gosto de vocês.
O imperador voltou ao palácio transformado, e os dois impostores continuaram a trabalhar na frente do tear vazio.
Nem sequer pararam durante a noite. Empenhados na farsa, trabalhavam à luz de vela.
Alguém que, por curiosidade, foi espiar por uma fresta da porta, viu-os atarefados, cortando o ar com uma grande tesoura e costurando com uma agulha sem linha.
Dois dias depois, na manhã do domingo, os tecelões se apresentaram na corte, levando a roupa para o torneio.
Mantinham os braços levantados, como se estivessem segurando algo muito delicado e volumoso. Ninguém via nada — pois nada havia para ser visto —, mas ninguém, também, ousou confessar. Quem assumiria ser tolo ou incompetente?
Os dois charlatões correram ao encontro do imperador, assim que este apareceu na porta do salão.
— Vossa Majestade gostaria de vestir suas roupas novas agora? — perguntou, irônico, o primeiro.
O imperador disse que queria vesti-las logo. Foi para a frente de um grande espelho e tirou as roupas que vestia.
Os tecelões fingiram entregar ao imperador primeiro a túnica, depois a calça e, enfim a capa com sua longa cauda.
O imperador, meio despido, sentia muito frio. Até espirrou, mas não podia nem pensar em perguntar se continuava em trajes íntimos.
— Não é um pouco leve demais este tecido? — arriscou.
— Majestade, a leveza é uma de suas qualidades mais apreciadas. Nem uma aranha poderia tecer uma teia tão impalpável, apesar de termos empregado muitos fios de ouro.
E o imperador se convenceu de que estava vestindo uma roupa fabulosa, embora o espelho refletisse apenas a imagem de um homem de cueca e camiseta.
Em volta dele, os cortesãos se desmanchavam em elogios à nova roupa. Finalmente, a toalete terminou: tomara banho, perfumara-se, penteara-se e vestira a tão falada roupa.
No pátio do palácio já estavam a postos quatro soldados em trajes de gala, segurando um dossel sob o qual o imperador se protegeria até a praça dos torneios.
— Vossa Majestade está pronta? A roupa é do seu agrado? — Perguntou um dos charlatões.
— Não deseja mais nenhuma mudança? — Perguntou o outro trapaceiro.
O imperador deu mais uma olhada no espelho, perplexo e desconfiado, e respondeu:
— Claro. Podemos ir.
Os criados de quarto ficaram fingindo recolher do chão a cauda do manto real, os soldados seguraram bem alto o dossel, e o cortejo começou a caminhar.
Ao longo das ruas uma multidão estava à espera do cortejo, a fim de admirar as fabulosas roupas do imperador.
Nas janelas e nas sacadas os curiosos se espremiam, e os comentários eram intermináveis.
— É a roupa mais linda de todo o guarda-roupa imperial.
— Que luxo, que elegância!
Naturalmente, ninguém via a roupa tão comentada, mas não iria confessar isso, pois correria o risco de passar por bobo ou incompetente.
O cortejo já tinha atravessado meia cidade, chegando próximo à praça dos torneios.
De repente, um menininho que conseguira um lugar bem na frente, gritou, desapontado:
— O imperador não está vestido. Como é ridículo, assim quase pelado! Cadê as roupas novas?
Muitos o escutaram, alguém repetiu o comentário.
— Um garotinho está gritando que o imperador está sem roupas…
— Oh! E a voz da inocência! Criança diz tudo que vê.
As palavras, primeiro murmuradas, aumentaram de volume e agora eram ditas aos brados pela gente do povo, que ria até não poder mais.
O imperador escutou e ficou corado como um tomate, pois a cada passo que dava, se convencia de que aquela gente tinha razão e que ele tinha sido redondamente enganado e que, na verdade a tão elogiada roupa não existia. Mas, e agora?
Faria o quê?
Continuou a caminhar, todo orgulhoso, como se nada de estranho ocorresse, acompanhado pelas gargalhadas cada vez mais intensas de seus súditos.
Os dois charlatões nunca mais foram vistos. Fugiram com todo o ouro, e o imperador aprendeu que a vaidade é a pior inimiga do reino.
Olá pessoal, esse é um teste que estou fazendo, para implantar alguns joguinhos no blog. Gostaria de um feedback de vocês. Qual a opinião, se é interessante eu criar jogos mais elaborados. Me deem dicas do assunto a abordar nos jogos. Lembrando que poderão ser assuntos para a Educação Infantil e Ensino fundamental, anos iniciais, ou seja, até o 5° ano. Para as demais turmas, podemos conversar por e-mail: solunosdani@gmail.com.
Clique abaixo para fazer o jogo (Lembrando que é um piloto, ou seja, um teste)
Para acessar o jogo, deverão escrever a seguinte palavra-chave: 38292PALAVRAS_Efuturo_618
Em meio à pandemia que estamos vivenciando, o ano de 2021 chegou. E com ele, ainda incertezas. Teremos ou não vacinas? Todos se vacinarão até o início do ano letivo? O retorno às aulas serão presenciais?
Professores, pais e alunos se perguntam a mesma coisa.
Pensando nesse volta às aulas cheio de dúvidas e questionamentos, vamos incluir aqui algumas atividades de volta às aulas. Segue a primeira!
Essa atividade pode ser utilizada com crianças do 3° ao 5° ano. Sendo que as crianças de 3° ano poderão necessitar de um auxílio na leitura de suas questões, enquanto as maiores poderão fazer sem uma leitura previa.
Compartilhem com quem vai precisar dessa atividade! Segue o link da postagem: https://professoradanielafreitas.blogspot.com/2021/01/volta-as-aulas-2021.html
Na nossa série de vídeos sobre o corpo humano, estamos falando sobre os sistemas que nosso organismo possui.
Hoje falaremos sobre o sistema respiratório. Se inscreva em nosso canal do Youtube, estamos com vídeo novo toda a semana.
Clique para assistir o vídeo.
É dentro dos pulmões que acontece a troca gasosa de nosso corpo. Eliminamos o gás carbônico e absorvemos o oxigênio, tão indispensável para nossa sobrevivência. Mas isso só é possível, graças aos músculos respiratórios que permitem que este órgão crie forças para o ar fluir. Tudo isso a partir de estímulos e comandos emitidos pelo Sistema Nervoso Central.
Além disso, esse sistema está relacionado com o olfato, ou seja, nossa capacidade de sentir odores e relacionado também com a fala, devido à presença das chamadas pregas vocais em um dos órgãos do sistema respiratório.
Este sistema é composto pelos seguintes órgãos: cavidades nasais, boca, faringe, laringe, traqueia, brônquios, bronquíolos e alvéolos. Esses três últimos Se encontram dentro do órgão conhecido como pulmão.
Para que a respiração aconteça de forma eficiente, todos os órgãos em conjunto, trabalham em perfeita harmonia. E para isso, é fundamental a realização de dois movimentos respiratórios: inspiração e expiração.
Inspiração
Na inspiração, o ar entra em nossos pulmões graças à ação integrada de várias estruturas.
A diminuição da pressão intrapulmonar, que chega a valores abaixo da pressão atmosférica, promove a entrada de ar nos pulmões. Quando o ar entra nos pulmões, a pressão atmosférica e a intrapulmonar ficam equilibradas temporariamente.
Expiração
Na expiração, o ar é expulso do nosso corpo de maneira passiva. O que se observa nesse movimento respiratório é o inverso do que ocorre na inspiração.
O aumento da pressão intrapulmonar força o ar para fora dos pulmões, lançando-o no meio. Quando o ar sai dos pulmões, a pressão atmosférica e a intrapulmonar ficam equilibradas temporariamente.
Mas, Apesar dos vários fatores existentes que proporcionam a inspiração e a expiração, é importante salientar que cerca de 80% de todo o movimento respiratório acontece graças à contração e ao relaxamento do músculo diafragma.
Todos os órgãos presentes em nosso sistema respiratório são de suma importância para nós, inclusive suas características. Dentro do nariz, por exemplo, temos pequenos cílios em toda sua parte interna. Mas você sabe para que servem esses pelos? Eles funcionam como filtros, evitando que partículas estranhas tenham acesso às outras partes do nosso sistema respiratório. Mas não apenas os cílios têm essa função.
Nas cavidades nasais, encontramos um tecido epitelial rico em glândulas que secretam muco. Esse muco, em razão de sua propriedade pegajosa, é capaz de reter partículas finas, bactérias, poeira e outras substâncias presentes no ar que porventura tenham passado pela captura dos cílios. Além disso, essa secreção ajuda a umedecer as vias respiratórias. O muco é produzido por essas células de forma contínua e desce pela nossa garganta, onde é engolido com a saliva.
Você sabia que apesar de entrar muito mais ar em nosso pulmão quando respiramos pela boca, esse não é o ideal de se fazer? Devemos sempre respirar pelo nariz!
Puxar o ar pelo nariz é fundamental, porque ele está mais preparado para receber o oxigênio direcionado ao pulmão. Além da função de filtrar o ar como mencionamos um pouco antes, o nariz ajuda a aquecer o ar, que chega aos pulmões mais próximo dos 37° C, a temperatura média do corpo. Já a boca não apresenta esse poder de filtro nem de aquecimento.
Na respiração pela boca, por outro lado, não há nenhum tipo de proteção ou filtro, então as impurezas do ar entram diretamente no organismo, o que aumenta os riscos de infecções. “A respiração oral, quando crônica, ou seja, acontece desde a infância, leva a alterações em todo o crescimento da face. Isso se chama síndrome do respirador oral. Já no adulto, pode ser prejudicial para as pessoas que têm doenças pulmonares, como asma e bronquite”.
Mesmo sabendo da importância de se respirar somente pelo nariz e adotando isso no dia a dia, quando o nariz fica entupido a respiração pela boca se torna, à princípio, a única saída. Medidas como lavagem das cavidades nasais com soro fisiológico são importantes para os primeiros socorros, mas se as narinas se mantiverem obstruídas, o ideal mesmo é procurar um médico otorrinolaringologista para descobrir o que está causando a obstrução, que pode ir de um simples resfriado até a alergias crônicas mais severas que necessitem de intervenções cirúrgicas, inclusive.
Comente o que achou desse post, é muito importante para mim. Dessa forma, fico sabendo quais são os posts que mais chamam a atenção de vocês para que eu possa fazer mais relacionados.
Existem dois tipos de transformações: as físicas e as químicas.
As transformações físicas são aquelas que ocorrem sem que se formem novas substâncias, ou seja, as substâncias continuam ser as mesmas, seu formato pode até mudar, mas o material continua sendo o mesmo.
Um exemplo de transformação física é um carro batido, por exemplo, a lataria se amassa mas ele continua sendo um carro.
Já as transformações químicas, que também podem ser chamadas de reações químicas, são reações ou transformações onde há uma formação de uma nova substância.
Um exemplo que podemos dar é de um bolo. Conforme a uma mistura de ingredientes, após ser assada, a massa formada por essa mistura se transforma em um novo elemento.
Abaixo, deixaremos uma experiência onde você poderá descobrir se o resultado será uma transformação química ou física.